domingo, 13 de julho de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
Edward Norton

Considerado por muitos um dos maiores actores da nova geração, conseguiu um estrelato instantâneo ao actuar em Primal Fear (1996) onde acabou por salvar o filme da mediocridade e ganhar o respeito da crítica que o premiou com nomeações para o Globo de Ouro e para o Oscar. Sempre recebeu muitos elogios de Robert de Niro, um ícone do cinema.
Participou em filmes como Fight Club , The Score, The Illusionist, e mais recentemente The Incredible Hulk.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Life of Brian - Monty Python

[Brian is writing graffiti on the palace wall. The Centurion catches him in the act]
Centurion: What's this, then? "Romanes eunt domus"? People called Romanes, they go, the house?
Brian: It says, "Romans go home. "
Centurion: No it doesn't ! What's the latin for "Roman"? Come on, come on !
Brian: Er, "Romanus" !
Centurion: Vocative plural of "Romanus" is?
Brian: Er, er, "Romani" !
Centurion: [Writes "Romani" over Brian's graffiti] "Eunt"? What is "eunt"? Conjugate the verb, "to go" !
Brian: Er, "Ire". Er, "eo", "is", "it", "imus", "itis", "eunt".
Centurion: So, "eunt" is...?
Brian: Third person plural present indicative, "they go".
Centurion: But, "Romans, go home" is an order. So you must use...? [He twists Brian's ear]
Brian: Aaagh ! The imperative !
Centurion: Which is...?
Brian: Aaaagh ! Er, er, "i" !
Centurion: How many Romans?
Brian: Aaaaagh ! Plural, plural, er, "ite" !
Centurion: [Writes "ite"] "Domus"? Nominative? "Go home" is motion towards, isn't it?
Brian: Dative !
[the Centurion holds a sword to his throat]
Brian: Aaagh ! Not the dative, not the dative ! Er, er, accusative, "Domum" !
Centurion: But "Domus" takes the locative, which is...?
Brian: Er, "Domum" !
Centurion: [Writes "Domum"] Understand? Now, write it out a hundred times.
Brian: Yes sir. Thank you, sir. Hail Caesar, sir.
Centurion: Hail Caesar ! And if it's not done by sunrise, I'll cut your balls off.
O lado direito da vida
"
Eu tinha pensado em vários presentes para te dar, faço sempre isso com as pessoas de quem gosto. Gosto de me demorar a sonhar com aquilo que lhes pode dar prazer e tenho prazer em dar. Sei que há nisso qualquer coisa de compulsivo, uma espécie de acto involuntário e quase inconsciente, mas como no meu dicionário dar e amar querem dizer a mesma coisa, aceito-me como sou, tentando oferecer o que posso sem cair na insensatez de dar aquilo que as pessoas não sabem, não podem, ou não querem receber.
Eu tinha pensado em vários presentes para te dar, faço sempre isso com as pessoas de quem gosto. Gosto de me demorar a sonhar com aquilo que lhes pode dar prazer e tenho prazer em dar. Sei que há nisso qualquer coisa de compulsivo, uma espécie de acto involuntário e quase inconsciente, mas como no meu dicionário dar e amar querem dizer a mesma coisa, aceito-me como sou, tentando oferecer o que posso sem cair na insensatez de dar aquilo que as pessoas não sabem, não podem, ou não querem receber.E foi a pensar assim, enquanto folheava o diário do meu amor por ti – um caderno feito à mão, com a alegoria do amor perfeito na capa, uma mulher e um homem em viagem sentados num elefante - que decidi não te dar nada, a não ser estas palavras que podes guardar numa folha de jornal e, quem sabe, para sempre no teu coração desencontrado e azul onde a solidão reina acima de todas as coisas. Leio o pequeno caderno escrito só nas primeiras páginas e tento reconhecer-me nas palavras de amor que te escrevi, mas há uma distância natural que me separa delas, como se a pouco e pouco, sem saber bem nem como nem porquê, o meu coração se fosse esquecendo de te sentir, embora saiba que tudo o que lá está é sincero e verdadeiro. As palavras guardam o que julgamos ter perdido para sempre, é por isso e para isso que escrevemos, para resgatar o impossível, porque o amor, por mais puro e forte que seja, não resiste à solidão e ao abandono, muito menos a outro amor que nos fecha o mundo nas mãos.
Não sei como pude nascer assim, com um coração como o universo que cresce todos os dias e se multiplica em espaço e capacidade, mas quando olho para trás e vejo como te amei, fico espantada como afinal, de uma forma simples, te consegui arrumar num canto só teu, sabendo que provavelmente não voltarás a sair dele, que os meus braços não te voltarão a abraçar antes de adormeceres para te protegerem dos fantasmas e de outras mulheres, que o nosso amor teve, como quase todas as mais belas histórias de amor, princípio, meio e fim e que o fim está aqui, nas palavras que te deixo. Outro dia disseram-me que o problema da felicidade é o amor e a continuidade. Ou a obrigação do amor e do sofrimento para lá chegar. E como não pode ser um acto contínuo, a felicidade é uma paradoxo. A felicidade – ou o amor - dão muito trabalho e algum sofrimento, para depois acabarem. É por isso que tantas pessoas vegetam numa existência dormente entre electrodomésticos e pares de cornos, preferindo a ilusão soporífera da felicidade a ter que lutar por ela. E depois existem aqueles que, mesmo depois de bater com ossos no chão, se recusam a desistir, mesmo que errem tantas vezes, porque estarão sempre dispostas a sentir que pertencem ao mundo. Eu estou do lado de cá e quero-te puxar o lado direito da vida, onde as pessoas lutam pela felicidade e pelo amor. Sei que é muito mais difícil viver assim, mas acredita que vale a pena. É este o presente que te dou. Posso-te puxar quando quiseres, e mesmo que não te abra os braços, estendo-te a mão a pedir baixinho que não desistas de crescer, de olhar para dentro do teu coração e de escolheres o caminho mais difícil, o único que te poderá levar onde mais precisas, isto é, dentro de ti."
quinta-feira, 10 de julho de 2008
atitude construtiva
Transbordamos sentimentos,
Nestes hinos abordamos os momentos em que estamos sozinhos
Descobrimos caminhos, inspiramos vida
Ganhamos coragem para enfrentar-mos mais um dia
Tenho pensado demais e acho que ando acordado de mais
Tanto que uma nuvem na cabeça me fecha portais
Forças bloqueia encadeia quem semeia
Só fez correr uma mão cheia de areia
Onde é que foram as pessoas de quem gostava
Para onde é que foram todas as pessoas
Com quem passava dias e encontrava vias para aguentar
Minhas palavras pesam na consciência e deixam escapar
Se me sinto sozinho agora será que não estava antes
Todos acabamos por seguir caminhos diferentes
A culpa não é deles, nem é minha, é nossa
Não quero absolvição, só peço a razão, a vossa
E quando a noite cai
Transformamos energia negativa
Em vibração positiva que sai
Iluminada e criativa
Atitude construtiva perante o desafio da rotina
Observo a chama da vela que treme
Com a corrente do pensamento que fica
Medito profundamente, meu carma
Com calma, com nabo só (strong plana)
Sinto a solidão apoderar-se da minha alma e do espírito
Neste espaço restrito sinto o infinito
Enquanto cravo chora no abstracto
Expiro, respiro, sentimentos transpiro
Não imaginas como é escuro o sítio ao qual me refiro
Antes só que mal acompanhado
É verdade, não consigo deixar de me sentir traído pela saudade
Nestes momentos eu paro, respiro
E escrevo versos que fazem mais fortes sentir o meu medo
No fim acabas só tu, como no começo
Enfim, pisas o chão, dás mais um ou outro passo
Olhas o céu, como outros olham o teu
O mesmo, porque é que fingem que nada aconteceu?
Trocas uma sala cheia por uma vazia
Sabes que seria igual, nada aconteceria
Pões os teus olhos à procura de rostos familiares
Encontras reacções dispares, muitas aos pares
Poucas sinceras, encerras a actividade social
No final contas contigo menos mal
Ficas perto de ti, a descoberto, sais do deserto
E ficas certo, estavas por um véu coberto
É o que faz gajos mandarem-se da ponte
Do topo de um prédio, para matar o tédio da vida
Põem-se a monte, não há remédio
Quanto mais só estás mais só vais querer estar
Na teia de um ciclo vicioso que não sabes onde vai parar
Precisavas de uma palavra amiga, de conforto
Para fazeres o teu barco chegar a bom porto
Precisavas de uma mão que não se estendesse
Por interesse, de alguém que te fizesse acreditar e amortece
Não preciso de elogios, prefiro abraços amigos
Abraços sentidos, mas tenho os braços quase partidos
Não quero tomar partidos num mundo onde tudo está à venda
Continuo a marcar encontros comigo próprio na agenda
Love changes
Love changes
Love changes
And the best friends became strangers
terça-feira, 8 de julho de 2008
summer sky
segunda-feira, 7 de julho de 2008
é foda

Bem... Quando se pensa em amor, a primeira coisa que vem à cabeça das pessoas é um par perfeito a amar-se como se não se importassem com mais nada. Mas há casos diferentes: Há pessoas que derramam lágrimas por outras, sem serem correspondidas, e à noite choram, na esperança de um novo dia amanhecer e as esperanças serem renovadas.
Pulsos cortados e lágrimas derramadas, às vezes, em vão. É difícil conviver com a pessoa amada, e saber que nunca vais tê-la ao teu lado, a abraçar-te, a sorrir, a dizer que te ama, e que eternamente te irá amar.
É muito mais difícil não ter a pessoa sabendo que o seu amor é grande, saber que ela não te quer, e que te trata como se nao fosses nada. As coisas são assim... Nem tudo o que brilha é ouro!
O amor não é sempre essa maravilha que todos pensam ser... Às vezes corrompe a alma, destrói as esperanças e acaba com a vida.
O que é sofrer? Chorar por alguém que não te ama? Por que muitos sofrem...?
Talvez seja por essa pessoa que amamos não ter a pessoa que ama ao seu lado. Às vezes, a pessoa que nós amamos não foi feita para nós.
O remédio é levantar a cabeça e seguir em frente, tentar esquecer as mágoas do passado (e do presente) e tentar não virar essa página da vida, mas tentar esquece-la, por mais dificil que seja.
Pulsos cortados e lágrimas derramadas, às vezes, em vão. É difícil conviver com a pessoa amada, e saber que nunca vais tê-la ao teu lado, a abraçar-te, a sorrir, a dizer que te ama, e que eternamente te irá amar.
É muito mais difícil não ter a pessoa sabendo que o seu amor é grande, saber que ela não te quer, e que te trata como se nao fosses nada. As coisas são assim... Nem tudo o que brilha é ouro!
O amor não é sempre essa maravilha que todos pensam ser... Às vezes corrompe a alma, destrói as esperanças e acaba com a vida.
O que é sofrer? Chorar por alguém que não te ama? Por que muitos sofrem...?
Talvez seja por essa pessoa que amamos não ter a pessoa que ama ao seu lado. Às vezes, a pessoa que nós amamos não foi feita para nós.
O remédio é levantar a cabeça e seguir em frente, tentar esquecer as mágoas do passado (e do presente) e tentar não virar essa página da vida, mas tentar esquece-la, por mais dificil que seja.
sábado, 5 de julho de 2008
Sorriso de Salvador

Os especialistas chegaram a conclusão que existem 19 tipos de sorriso no rosto do seres humanos. Há os sorrisos constrangidos, os sorrisos de delicadeza, os sorrisos forçados (depois de uma anedota sem piada), os pacificadores, os sorrisos para a fotografia e muitos mais. Mas apenas um deles é um sorriso verdadeiro de felicidade, quando os cantos da boca se deslocam para cima e os olhos se contraem ligeiramente com pequenas rugas nos seus cantos. Chamam-lhe o sorriso de Duchenne, em honra do cientista que investigou os nervos do rosto.
Já ninguem morre de amor
Já ninguem morre de amor
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Paixão e indiferença, sorte e destino, dor e prazer… Qual é o verdadeiro rosto do amor?
"Os homens têm memória, alimentam-se de histórias, e as que mais nos marcam são aquelas que determinam a vida dos nossos antepassados. Esta é a história de uma família, os Palma Lobo. Bisavô, avô, pai e filho. Roberto, Álvaro, Jorge e Salvador. Nomes diferentes, mas o mesmo sangue e muito em comum: mulherengos, excêntricos, excessivos, todos marcados pela loucura e pela tortura da paixão. Foram todos homens invulgares sempre dominados por paixões privadas, amores e loucuras, e era nesse círculo íntimo do coração e do sexo que a sua vida se destinava a viver e a terminar. Passando por Moçambique, Angola, Lisboa, Alentejo e Brasil, a sua vida é uma epopeia à espera de ser revelada. Já Ninguém Morre de Amor é a odisseia dos Palma Lobo. Um enterro fictício, um homem enforcado com cães e gatos na mesma árvore, um homem que morre a fornicar e um fogo posto para fazer arder o local do pecado… esta não é uma história de amor, é uma história sobre amor."
Já Ninguém Morre de Amor, Domingos Amaral
Já Ninguém Morre de Amor, Domingos Amaral
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