segunda-feira, 28 de julho de 2008

Fight Club


Narrator: Tyler, what the fuck is going on here?
Tyler Durden: I ask you for one thing, one simple thing.
Narrator: Why do people think that I'm you? Answer me!
Tyler Durden: Sit.
Narrator: Now answer me, why do people think that I'm you.
Tyler Durden: I think you know.
Narrator: No, I don't.
Tyler Durden: Yes, you do. Why would anyone possibly confuse you with me?
Narrator: Uh... I... I don't know.
[Random flashbacks]
Tyler Durden: You got it.
Narrator: No.
Tyler Durden: Say it.
Narrator: Because...
Tyler Durden: Say it.
Narrator: Because we're the same person.
Tyler Durden: That's right.

domingo, 20 de julho de 2008

se eu pudesse....



Se eu pudesse, ser diferente e mudar por ti
ser o que mereces e manter-me assim
trocar a vida que tenho pela que desejas
e não te encher de lágrimas quando me beijas
ser o teu poeta, o momento que mais sentiste
o teu mais que tudo, quando tudo o resto é triste
Se eu pudesse, era tudo como preferes
mas eu não posso ser tudo aquilo que queres..

quarta-feira, 16 de julho de 2008

terça-feira, 15 de julho de 2008

Nutella


Nutella®, in its original form, was first created in the 1940s by Mr. Pietro Ferrero, a pastry maker and founder of the Ferrero company. At the time, cocoa was in short supply because of rationing due to World War II, so chocolate was very limited.

So Mr. Ferrero used hazelnuts, which are plentiful in the Piedmont region of Italy (northwest), to extend the chocolate supply.



Sabiam que a quantidade de Nutella produzida mundialmente é aproximadamente igual ao peso de um vai-vém espacial da NASA?

segunda-feira, 14 de julho de 2008

domingo, 13 de julho de 2008

sábado, 12 de julho de 2008

Above the Influence

Edward Norton


Considerado por muitos um dos maiores actores da nova geração, conseguiu um estrelato instantâneo ao actuar em Primal Fear (1996) onde acabou por salvar o filme da mediocridade e ganhar o respeito da crítica que o premiou com nomeações para o Globo de Ouro e para o Oscar. Sempre recebeu muitos elogios de Robert de Niro, um ícone do cinema.
Participou em filmes como Fight Club , The Score, The Illusionist, e mais recentemente The Incredible Hulk.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Life of Brian - Monty Python


[Brian is writing graffiti on the palace wall. The Centurion catches him in the act]
Centurion: What's this, then? "Romanes eunt domus"? People called Romanes, they go, the house?
Brian: It says, "Romans go home. "
Centurion: No it doesn't ! What's the latin for "Roman"? Come on, come on !
Brian: Er, "Romanus" !
Centurion: Vocative plural of "Romanus" is?
Brian: Er, er, "Romani" !
Centurion: [Writes "Romani" over Brian's graffiti] "Eunt"? What is "eunt"? Conjugate the verb, "to go" !
Brian: Er, "Ire". Er, "eo", "is", "it", "imus", "itis", "eunt".
Centurion: So, "eunt" is...?
Brian: Third person plural present indicative, "they go".
Centurion: But, "Romans, go home" is an order. So you must use...? [He twists Brian's ear]
Brian: Aaagh ! The imperative !
Centurion: Which is...?
Brian: Aaaagh ! Er, er, "i" !
Centurion: How many Romans?
Brian: Aaaaagh ! Plural, plural, er, "ite" !
Centurion: [Writes "ite"] "Domus"? Nominative? "Go home" is motion towards, isn't it?
Brian: Dative !
[the Centurion holds a sword to his throat]
Brian: Aaagh ! Not the dative, not the dative ! Er, er, accusative, "Domum" !
Centurion: But "Domus" takes the locative, which is...?
Brian: Er, "Domum" !
Centurion: [Writes "Domum"] Understand? Now, write it out a hundred times.
Brian: Yes sir. Thank you, sir. Hail Caesar, sir.
Centurion: Hail Caesar ! And if it's not done by sunrise, I'll cut your balls off.

O lado direito da vida

"Eu tinha pensado em vários presentes para te dar, faço sempre isso com as pessoas de quem gosto. Gosto de me demorar a sonhar com aquilo que lhes pode dar prazer e tenho prazer em dar. Sei que há nisso qualquer coisa de compulsivo, uma espécie de acto involuntário e quase inconsciente, mas como no meu dicionário dar e amar querem dizer a mesma coisa, aceito-me como sou, tentando oferecer o que posso sem cair na insensatez de dar aquilo que as pessoas não sabem, não podem, ou não querem receber.
E foi a pensar assim, enquanto folheava o diário do meu amor por ti – um caderno feito à mão, com a alegoria do amor perfeito na capa, uma mulher e um homem em viagem sentados num elefante - que decidi não te dar nada, a não ser estas palavras que podes guardar numa folha de jornal e, quem sabe, para sempre no teu coração desencontrado e azul onde a solidão reina acima de todas as coisas. Leio o pequeno caderno escrito só nas primeiras páginas e tento reconhecer-me nas palavras de amor que te escrevi, mas há uma distância natural que me separa delas, como se a pouco e pouco, sem saber bem nem como nem porquê, o meu coração se fosse esquecendo de te sentir, embora saiba que tudo o que lá está é sincero e verdadeiro. As palavras guardam o que julgamos ter perdido para sempre, é por isso e para isso que escrevemos, para resgatar o impossível, porque o amor, por mais puro e forte que seja, não resiste à solidão e ao abandono, muito menos a outro amor que nos fecha o mundo nas mãos.

Não sei como pude nascer assim, com um coração como o universo que cresce todos os dias e se multiplica em espaço e capacidade, mas quando olho para trás e vejo como te amei, fico espantada como afinal, de uma forma simples, te consegui arrumar num canto só teu, sabendo que provavelmente não voltarás a sair dele, que os meus braços não te voltarão a abraçar antes de adormeceres para te protegerem dos fantasmas e de outras mulheres, que o nosso amor teve, como quase todas as mais belas histórias de amor, princípio, meio e fim e que o fim está aqui, nas palavras que te deixo. Outro dia disseram-me que o problema da felicidade é o amor e a continuidade. Ou a obrigação do amor e do sofrimento para lá chegar. E como não pode ser um acto contínuo, a felicidade é uma paradoxo. A felicidade – ou o amor - dão muito trabalho e algum sofrimento, para depois acabarem. É por isso que tantas pessoas vegetam numa existência dormente entre electrodomésticos e pares de cornos, preferindo a ilusão soporífera da felicidade a ter que lutar por ela. E depois existem aqueles que, mesmo depois de bater com ossos no chão, se recusam a desistir, mesmo que errem tantas vezes, porque estarão sempre dispostas a sentir que pertencem ao mundo. Eu estou do lado de cá e quero-te puxar o lado direito da vida, onde as pessoas lutam pela felicidade e pelo amor. Sei que é muito mais difícil viver assim, mas acredita que vale a pena. É este o presente que te dou. Posso-te puxar quando quiseres, e mesmo que não te abra os braços, estendo-te a mão a pedir baixinho que não desistas de crescer, de olhar para dentro do teu coração e de escolheres o caminho mais difícil, o único que te poderá levar onde mais precisas, isto é, dentro de ti."

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